A linha que parou de ir embora
A marca da testa, do meio das sobrancelhas ou do canto dos olhos, que antes sumia quando o rosto relaxava e agora fica desenhada mesmo em repouso.
com a Dra. Thaís Lancaster
O plano é do seu rosto, e ele vem antes da agulha.
Se a linha some quando o rosto relaxa, você está num estágio. Se ela continua ali com o rosto parado, você já está em outro. São dois problemas diferentes, e o botox entra de um jeito em cada um.
Enquanto a linha só aparece no movimento, o trabalho é sobre um músculo que se contrai muitas vezes por dia, em dose pequena, e a linha não chega a virar marca. Quando ela já está desenhada com o rosto parado, a pele dobrou tantas vezes no mesmo lugar que o vinco ficou gravado: o botox continua entrando, porque tira o movimento que aprofunda o vinco todo dia, só que sozinho ele não apaga uma marca que já está lá. Aí entra estímulo de colágeno para trabalhar a qualidade daquela pele, e o tratamento passa a ser mais longo.
É a mesma linha, do mesmo rosto, com dois planos completamente diferentes. A ruga não fica gravada porque você fez expressão demais na vida. Ela fica porque ninguém trabalhou o movimento enquanto a linha ainda sumia sozinha.
A queixa muda, a conduta muda junto. É por isso que a leitura vem antes de qualquer nome de procedimento.
A marca da testa, do meio das sobrancelhas ou do canto dos olhos, que antes sumia quando o rosto relaxava e agora fica desenhada mesmo em repouso.
Quando a perda de peso é rápida, o corpo não escolhe de onde tirar a gordura, e a que sustentava a pele por dentro sai também. A roupa serve, e o rosto não acompanha.
Com a queda hormonal, a produção de colágeno cai junto, e o rosto costuma ser onde isso aparece primeiro. Colágeno é justamente o que se sabe estimular.
Eu quero fazer, mas não quero que ninguém perceba que eu fiz. Quem diz isso já decidiu, e mesmo assim adia por medo de exagero. O medo faz sentido: rosto artificial existe. Só que ele quase nunca nasce do procedimento em si.
Consulta de harmonização orofacial não é escolher procedimento de um cardápio. Muita gente chega pedindo preenchimento na maçã do rosto porque viu num vídeo, e o que incomodava era outra coisa: o rosto mais pesado nas fotos, a mandíbula que perdeu o desenho, o queixo que some no perfil.
A pergunta que quase ninguém deixa a paciente responder: o que te incomoda quando você se olha. É dela que o plano começa.
Parece pergunta fora de contexto em estética, e é ela que protege o seu resultado. Tem medicamento que aumenta a chance de roxo, condição de saúde que muda o momento e alergia que muda o produto.
Um rosto se lê inteiro, nunca por pedaço. Quando se mexe só num ponto, é justamente para ele que o olho vai.
O que faz sentido agora e o que fica para depois, com nome e motivo. A sua agenda entra aqui: se você tem reunião amanhã ou casamento no sábado, isso é combinado antes.
Tem gente que desiste do bioestimulador de colágeno bem na semana em que ele estava começando a trabalhar, e nem fica sabendo disso. Essa confusão estraga muita expectativa.
O preenchedor de ácido hialurônico repõe volume na hora. O bioestimulador não repõe nada: ele faz o seu corpo produzir colágeno. E o seu corpo leva o tempo dele, então o que se espera vai aparecendo aos poucos, em mais de uma sessão quando o assunto é flacidez ou papada.
Antes de começar, pergunte duas coisas: a partir de quando eu vejo, e quantas sessões. Quem sabe o tempo do tratamento não desiste na semana errada.
Existe um ponto em que o ácido hialurônico não alcança bom resultado com segurança, e insistir ali vira exatamente o rosto artificial que a paciente não queria. O caso mais comum é a flacidez muito avançada.
Quando a pele já cedeu demais, preenchimento não levanta pele. E aí a resposta vem com todas as letras: esse resultado não é o que a harmonização orofacial entrega. Quem entrega é a cirurgia plástica, e o caminho é o encaminhamento.
Perder uma paciente para um colega é melhor do que fazer um procedimento que não resolve. Exija isso de quem for cuidar do seu rosto.
Na harmonização orofacial nem tudo é igual, e essa diferença precisa estar clara antes de qualquer decisão. O botox não é definitivo: o efeito vai embora sozinho. O preenchimento com ácido hialurônico pode ser desfeito. Já o bioestimulador de colágeno não tem volta, porque ele estimula o colágeno do seu próprio corpo, e o que o corpo produziu não sai com injeção. Por isso ele pede mais critério, e não menos.
Sobre o depois: na maioria das vezes a paciente volta para a rotina no mesmo dia. Dependendo do que foi feito, é normal um inchaço leve, sensibilidade ao toque e às vezes um roxinho pequeno. Esses sinais fazem parte da recuperação e tendem a melhorar em poucos dias.
O risco de verdade não é ficar presa a um resultado. É fazer sem plano, com quem não te explica o que tem volta e o que não tem.
Cirurgiã-dentista especialista em harmonização orofacial e estética facial, CRO-SP 132985. Atende no Instituto Evollution, em Alphaville, Barueri.
O trabalho dela é rejuvenescimento facial com naturalidade: equilíbrio do rosto inteiro, valorização da beleza individual e prevenção do envelhecimento, com atenção à qualidade da pele. Nada de resolver o rosto numa tarde.
A consulta é com ela, e é onde o plano nasce. A queixa que te trouxe, o histórico de saúde, a análise da sua face e só então o que fazer, com o que fica para depois dito na mesma conversa.
Esperar mais um pouquinho parece a decisão prudente. Só que enquanto a linha ainda some sozinha existe uma janela de prevenção, com dose pequena e sem exagero nenhum, e é essa janela que a espera fecha.
Depois que o vinco fica gravado, o plano não é mais o mesmo: entra estímulo de colágeno, entra tempo, e o tratamento passa a ser mais longo. Com o rosto que perdeu sustentação acontece o mesmo, porque o peso estabiliza e a sustentação não volta com a balança parada.
A consulta e os procedimentos acontecem no mesmo lugar, em Alphaville, Barueri.
Na maioria das vezes a paciente volta para a rotina no mesmo dia. Dependendo do que foi feito, é normal um inchaço leve, sensibilidade ao toque e às vezes um roxinho pequeno, sinais que fazem parte da recuperação e tendem a melhorar em poucos dias. E a marcação é feita em volta da sua agenda: se você tem reunião amanhã ou casamento no sábado, isso entra no planejamento antes.
Depende do que foi feito, e essa diferença é dita antes. O botox não é definitivo, o efeito vai embora sozinho. O preenchimento com ácido hialurônico pode ser desfeito. Já o bioestimulador de colágeno não tem volta, porque ele estimula o colágeno do seu próprio corpo, e o que o corpo produziu não sai com injeção. Por isso ele pede mais critério, e não menos.
Não, e confundir os dois estraga a expectativa. O preenchedor de ácido hialurônico repõe volume na hora. O bioestimulador não repõe nada: ele faz o seu corpo produzir colágeno, então o que se espera vai aparecendo aos poucos, em mais de uma sessão quando o assunto é flacidez ou papada. Antes de começar, pergunte a partir de quando você vê e quantas sessões são.
O que estabiliza é o peso: a sustentação que o rosto já perdeu não volta com a balança parada. Quando a perda é rápida, o corpo não escolhe de onde tirar a gordura, e a que sustentava a pele por dentro sai junto, o que aparece como canto da boca caindo, mandíbula perdendo o desenho e papada em quem acabou de emagrecer. A conduta é devolver estrutura, com bioestimulador de colágeno e preenchedor, e não encher o rosto.
Tem, e é melhor saber disso antes de marcar. Existe um ponto em que o ácido hialurônico não alcança bom resultado com segurança, e o caso mais comum é a flacidez muito avançada: quando a pele já cedeu demais, preenchimento não levanta pele. Nessa situação o caminho é a cirurgia plástica, com encaminhamento.
Ela atende adultos a partir dos 18 anos, e também pacientes acima dos 70 anos. O que define a conduta não é a idade, é a queixa e o que a análise do rosto mostra.
No Instituto Evollution, na Av. Copacabana, 190, 6º andar, Edifício Lazulli, Alphaville, Barueri, São Paulo. O atendimento é particular. Para valores e horários disponíveis, fale com a equipe pelo WhatsApp, no botão desta página.
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